Dubstep é um genero de música eletrônica surgido no sul de Londres, Inglaterra, no íncio da década de 2000. Se caracteriza por ser uma música instrumental eletrônica com influencias das texturas e o ritmos digitais do Dub dos anos 1980 e do ritmo urbano 2-step. Se diferencia do grime, bassline e grindie por geralmente não apresentar vocais ou rapping.
História
O Dubstep, evoluiu de forma independente na chamada cena UK Garage do Sul de Londres, derivado do House, do Drum’n'bass e, logicamente, do Dub. No início da década de 1990, após a explosão do Acid House e ao longo da era Hardcore da música eletrônica britânica, as raves também tocavam o músicad do UK Garage – nome dado ao House instrumental com maior velocidade, também conhecido como Speed Garage[2].
O gênero é marcado pelo uso intenso de sub graves, criação de texturas claustrofobia e melancólicas, e temas soturnos e obscuros[1]. Outro gênero desenvolvido em paralelo ao Dubstep é o chamado Grime. Surgido na mesma cena e período, o Grime seria um espécie de estilo mais pop e menos cult do Dubstep[1].
| “O Dubstep é uma ramificação do Hardcore Continuum, muito influenciado por ele e bem consciente de sua história. Como o Drum’n’bass no final da década de 90, esse gênero não é tão ligado à Londres como o Grime e o Funky.” |
Em 2006, o estilo se consolidou com o lançamento de 4 álbuns que moldaram sua forma definitiva: “Memories of the Future”, do Kode 9; “Burial“, auto-intitulado álbum de estréia do produtor anônimo londrino Burial; “Copyright Laws”, de MRK1 (Markone); e “Skream!”, de Skream (Oliver Jones)[1].







